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>Function deprecated – A Solução
>”Alguns” erros podem ocorrer de forma inesperada, a falta de um ponto e vírgula(;) ou uma função obsoleta. Isso ocorre indiferente da experiência do programador.
Durante a instalação de uma aplicação em php ocorreu um erro por causa de uma funções obsoleta, mas claro, eu estava usando uma aplicação antiga, trabalhando com testes para migrações, a função foi a ereg_replace, procurei e encontrei no próprio manual do php a lista com as funções depreciadas, obsoletas para a versão 5.3.x, listei abaixo junto à suas substituições:
call_user_method() por call_user_func()
call_user_method_array() por call_user_func_array()
define_syslog_variables()
dl()
ereg() por preg_match()
ereg_replace() por preg_replace()
eregi() por preg_match() with the ‘i’ modifier
eregi_replace() por preg_replace() with the ‘i’ modifier
set_magic_quotes_runtime() and its alias, magic_quotes_runtime()
session_register() por the $_SESSION superglobal
session_unregister() por the $_SESSION superglobal
session_is_registered() por the $_SESSION superglobal
set_socket_blocking() por stream_set_blocking()
split() por preg_split()
spliti() por preg_split() with the ‘i’ modifier
sql_regcase()
mysql_db_query() por mysql_select_db() and mysql_query()
mysql_escape_string() por mysql_real_escape_string()
Passing locale category names as strings is now deprecated. Use the LC_* family of constants instead.
The is_dst parameter to mktime(). Use the new timezone handling functions instead.
Quem sabe não sirva pra você também!
>Pitadas de XP, MSF, SCRUM e FDD
>É sempre muito difícil no começo escolher a metodologia que mais possa se adaptar a uma equipe, gestão ou pensamento. E porque não o contrário? A equipe, gestão ou pensamento se adaptar a uma metodologia? Isso explicaria o porque a utilização da metodologia ágil entra de forma atrasada na maioria das empresas, em muitos casos, causada pela falta de iniciativa dos próprios desenvolvedores!
O pensamento ágil reconhece 5 obstáculos no gerenciamento de projetos de software: pessoas, tempo, funcionalidades, orçamento e recursos.
Acreditar em antigos dogmas como trazer mais desenvolvedores pode alavancar de vez o projeto, acabar com o atraso nas entregas… Sabemos a tempos que isso não vai acontecer. Mas podemos sugerir a utilização de uma metodologia, e que de preferência isso ocorra antes do projeto iniciar claro. Então o porque de não fazer, temos sim que nos envolver muitas vezes, pois a visão de chão de fábrica pode ser a salvação do prazo para aquele projeto, pois temos a experiência e as condições de sugerir.
Adicionar pessoas faz um atrasado projeto atrasar ainda mais. – Frederick Brooks em 1995.
Venho trabalhando com metodologias mas acredite, estou sozinho, e como se trabalha com uma metodologia feita para uma equipe, sozinho? Alguns inventaram o SCRUM solo, eu uso, E quem sabe falo sobre ele e como utilizo em outro post
O mau gerenciamento pode incrementar os custos de um projeto de software mais rapidamente que qualquer outro fator – Barry Boehm em 1981.
Abaixo descrevo as 4 metodologias que conheço, já usei e algumas ainda uso, outras desejo muito usar:
SCRUM
SCRUM é um método de gerenciamento de software que pode ser usado com XP ou MSF. Originado na indústria de manufatura japonesa.
Segundo o SCRUM, o desenvolvimento deve ser trabalhado em 3 níveis: Sprint, Release e Product.
No SCRUM os requisitos são convertidos em uma lista que contém valores do cliente chamada Product Backlog.
Podem ser divididos e explicados como:
- Release Backlog – um subconjunto Backlog ;
- Este subconjunto é novamente dividido e transformando em Sprint;
- Durante os Sprints os desenvolvedores existe o daily stand-up meeting;
O gerente de projetos chamado de SCRUM Master tem como principais responsabilidades proporcionar a passagem técnica e retirar todos os impedimentos.
A equipe do projeto é dividida em apenas 3 papéis: o SCRUM Master (coach), o Product Owner e a equipe.
eXtreme Programming(O Radical)
Kent Beck é um dos principais fundadores do XP, que tem a programação em pares, um dos mais diferentes e originais métodos do XP, claro que não é o único, porém o que mais define a metodologia.
Como exemplo, citamos Karl Wiegers, autor de livros técnicos, que afirma em seus ensinamentos que a programação em pares como forma de inspecionar código não é efetiva na redução dos defeitos. Segundo o mesmo, entre 25 % e 35 % é o ganho atingido no aspecto “defect reduction”. Questionada por David Anderson, outro autor, que defende um número percentual em torno de 50%.
MSF – Microsoft Solutions Framework
Diferente do que pensa a maioria, somente por ter sido criada pela Microsoft, não quer dizer que esta seja usada somente em projetos com tecnologia microsoft.
O MSF possui duas instâncias: MSF for Agile Software Development e MSF for CMMI Process Improvement. Podemos afirmar que o MSF Agile é um mix de posições equilibradas, pois defende um SDLC (Software Development Life Cycle) mais curto com iterações de no máximo 4 semanas, contudo preserva a importância dos papéis definidos previamente e abomina a linha “todo mundo pode fazer tudo no projeto”.
Tem como vantagens destacada:
- A integração no MSF Agile;
- Não necessita que os “stakeholders” estejam presentes o tempo todo durante o projeto;
- Constitui cenários de tarefas de trabalho que englobam atividades planejadas para um desenvolvedor;
- Agrupa os cenários de desenvolvedores e os cenários de testes (que são efetuados em seguida ao desenvolvimento);
- Maior integração do time com papéis diversos dentro do projeto (usuário, desenvolvedor e analista de testes).
FDD – Feature Driven Development
Criado entre 1997 e 1999 em Cingapura por um time liderado pelo Jeff De Luca. Um de seus maiores desenvolvedores, Peter Coad, definiu a idéia de Feature Definition e Feature List. Diversos renomados autores participaram da concepção das idéias do FDD. Dentre estes destacamos: Tom De Marco, Tim Lister, Jerry Weinberg e Frederic Brooks.
Tem como essência, ser mais que um método de gerenciamento de software do que um ciclo de vida de desenvolvimento de software. Resumidamente, FDD é dividido em 5 fases:
- Shape Modeling – é uma forma de questionar se todos compreendem o que é para fazer, analisar requisitos não-funcionais e modelo de arquitetura;
- Feature List – É a representação do escopo listando a compreensão do que é para ser feito e os requerimentos a serem desenvolvidos;
- Plan by subject area – É a modularização da lista em conjuntos de funcionalidades relacionadas, permitindo o desenvolvimento de parte do sistema autonomamente;
- Design by feature set – É uma orientação que determina o desenvolvimento com base no domínio do problema. Sugere-se nesta fase uma modelagem profunda e detalhada em UML;
- Build by Chief Programmer Work Package – É o empacotamento de pequenas funcionalidades, uma redução evolutiva que nasce na fase 2 até a fase 4. Prioriza-se este pacote, codificando sua funcionalidades e criando unit tests.
Notamos que o “core” de todas as fases e das camadas de arquitetura é a funcionalidade (feature). Cada funcionalidade é definida com uma fórmula simples, que permite ser repetível e confiável. A fórmula da funcionalidade tem a seguinte estrutura:
Exemplo:
< action > O valor total de vendas
< result > Faturamento bruto mensal
< object > Produtos vendidos no período
Bom, não sou fã de posts longos, mas descrever as 4 mais da metodologia ágil não pode ser mais resumido que isso.
>PHP e DotNet em C#
>Atualmente trabalhando muito com PHP e DotNet em C# notei o que qualquer um notaria e o que muitos já sabem, leves diferenças para executar as mesmas coisas.
Isso é interessante, e para me lembrar deixo algumas que mais uso por aqui:
PHP
$_GET['var'];
C#
Request.QueryString["var"];
PHP
$_POST['var'];
C#
Request.Form["var"];
PHP
class MyClass {…..}
C#
class MyClass {…..}
PHP
$var = “this” . ”and” . ”this”;
C#
string var = “this” + ”and” + “this”;
PHP
$var = (int)”123456″;
C#
int var = Convert.ToInt32(“123456″);
PHP
$var array(“um”, “dois”, “tres”);
C#
string[] var = new string[] {“um”, “dois”, “tres”};
PHP
var output = htmlentities($html);
C#
string output = Server.HtmlEncode(html);
E assim vão muitas outras que venho estudando.
>Faroeste Estilo 2010
>Pensar em um futuro off(Sem internet) é além de complexo, é quase impossível. Temos uma vida na web, uma outra identidade, e uma aqui, na realidade. Você já deve ter visto ou feito a procura/pesquisa sobre alguém no google, orkut, etc.
Já pensou que o que faz off(Sem internet)ou on(conectado na web) pode prejudicar você? Um e-mail inapropriado após ter sido demitido fazem tanto ou mais importância que as palavras ásperas na mesma situação.
Estamos vivendo ou caminhando para uma vida dupla, on você pode parecer ou ser o que quiser.
Mas não podemos escolher apenas um destes mundos, a pílula azul ou vermelha, temos que engolir as duas.
Porque em algum momento eles vão convergir, neste momento, ou você gera um bigbang ou um buraco negro.
Neste mundo, você pode pegar, se apropriar do que deseja, isso me lembra muito o velho oeste americano aqueles filmes antigos, onde o xerife é o menos favorecido.
Apenas um Faroeste Estilo 2010.
>Você está no mesmo blog
>Pessoal, estou mudando o layout do blog, a idéia sempre foi um blog muito profissional em termos de conteúdo, demonstrando sempre um aprendizado contínuo e descobertas. Nada disso muda!
Porém, estas alterações foram necessárias para melhorar a qualidade visual e de indexação.
Obrigado,
Ederson Melo – @edersonmelo
>Kentico CMS .NET
>
Kentico CMS é um poderoso, flexível e completo sistema de gerenciamento de conteúdo que é construído com ASP.NET.
Uma das características únicas Kentico oferece é a gestão por worklow. Ele permite controlar o processo de criação de conteúdo e modificações mediante a criação de etapas de aprovação personalizado (como revisão, edição, aprovação, etc.) Kentico pode gerenciar vários sites a partir do painel mesmo administrador.

Por outro lado, com os módulos integrados, não há quase nenhuma função extra necessário.
Aqui estão todos os módulos que ele oferece:
• Blogs
• Content Rating
• Conteúdo de teste
• E-commerce
• Calendário de eventos
• Fóruns
• Amigos
• Geomapping
• Grupos
• Galeria de Imagens
• Biblioteca de Mídia
• Message Boards
• Messaging Mensagens
• Newsletter
• Formulários on-line
• Polls
• Reporting
• Taxonomia
• Wiki
• Web de apoio à agricultura
• Web Analytics
Além das versões pagas, oferece uma versão gratuita limitada, que é ideal para pequenos websites.
Outra maneira é usar o serviço Virtual Lab, que permite que você teste-drive Kentico CMS on-line, sem instalar nada no seu PC local.
Website: http://www.kentico.com/
Demo: http://www.kentico.com/Demo.aspx
Download: http://www.kentico.com/Download.aspx
>Tendências de Design Internacional
>
Desde 2008 venho notando aos poucos uma nova onde em design internacional, a navegação vertical.
Site(s) analisado(s):
http://ryanscherf.net/bmw/ – vertical
http://www.freshnotcanned.com/ – padrao
http://www.coolar.com.br/ – padrão
http://www.emarketingexperts.pl/#zaufali-nam – vertical
Tag(s):
SEO, design internacional, navegação vertical
>Hacker quebra sistema de direitos digitais Kindle
>Segundo o site baboo.com.br, um hacker israelense com o apelido Labba teria conseguido quebrar o sistema de direitos digitais(DRM) do Kindle. Assim o DRM quebrado, livros que poderiam ser lidos exclusivamente no Kindle agora poderão ser lidos em outros aparelhos.
Aproveitando, o jornal ZeroHora.com.br passa a ser o primeiro jornal aceito pelo Kindle no Brasil, significando uma possível entrada em massa de outros.
Fonte(s):
http://www.baboo.com.br/conteudo/modelos/Hacker-quebra-DRM-do-Kindle_a37428_z398.aspx
http://www.amazon.com/
Tag(s):
Kindle, DRM, Labba, Hacker, Amazon, ZeroHora
Ederson Melo – @edersonmelo
>Scribus
>Acompanhando a troca de e-mails entre o pessoal da revista brOffice, da qual faço parte ou pelo menos tento, fiquei curioso com a forma com que o conteúdo da revista é editado. Como também trabalho em um grupo que possue jornais impressos e online e aqui utilizam o InDesign, fui a busca de um concorrente free e que podese fazer frente, eis que acho o scribus iniciado em 2001.
Algumas informações do site scribus Brasil:
Scribus é um Software Livre, equivalente ao PageMaker e InDesign, premiado na categoria paginação profissional para Linux, MacOS X, OS/2 e Windows com uma combinação de “press-ready”, output e novas abordagens para paginação.
Por debaixo da moderna e amigável interface o Scribus suporta características de publicação profissional, como cores CMYK, separações, gerenciamento de cores ICC e um versátil gerador PDF. O Scribus foi a primeira aplicação DTP do planeta a dar suporte directo a saída PDF/X-3, uma rigorosa norma ISO, e foi o único por quase um ano. Outras características incluem importar PDF, importar/exportar EPS, textos Unicode da direita para a esquerda, como árabe e hebraico.
Scribus também tem toques inesperados, tais como: ferramentas úteis desenho vectorial, importação e exportação de SVG e suporte às fontes OpenType. O formato de arquivo do Scribus é baseado em XML; aberto e completamente documentado. Ao contrário do arquivo binário de formatos proprietários, mesmo em documentos danificados podem ser recuperados com o editor de texto simples – por vezes um problema desafiador com outros programas de paginação.
Você pode usar um fácil scrapbook com o arrastar e soltar do mouse. Scribus é traduzido em mais de 25 línguas e mais outras serão num futuro próximos. O time do Scribus orgulha-se de um excelente suporte ao usuário final em um canal de IRC(Inglês) e uma animada e amigável lista de discussão(Inglês).
Fonte(s):
http://wiki.softwarelivre.org/Scribus/WebHome
http://pt.wikipedia.org/wiki/Scribus
Tag(s):
Jornais Online, revista zine, InDesign, scribus, PageMaker, Software Livre, Linux, MacOS X, OS/2, Windows, CMYK, ICC, DTP, PDF/X-3, SVG, XML, OpenType
Ederson Melo – @edersonmelo






