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Doodle Interativo Google – infosfera
Para quem não sabe, também sou editor no blog infosfera do clicrbs, e achei bacana replicar o meu último post sobre o Doodle Interativo do Google com um efeito que sempre me impressiona, à sombra!
O Doodle Animado do Google traz um móbile semelhante ao criado por Alexandre Calder em comemoração a seu 113º Aniversário. Como cortesia da Fundação Calder / ARS, NY.
Observem a sombra quando o Móbile se movimenta!!!!
Calder foi o primeiro a explorar o movimento na escultura e um dos poucos artistas a criar uma nova forma – o móbile. Nos últimos anos mantinha um estúdio em Saché, perto de Tours e embora vivesse aí a maior parte do tempo, conservou sua fazenda de Roxbury, Connecticut, comprada em 1933, e que se tornara um verdadeiro repositório de trabalhos e objetos feitos por ele – desde os andirons espiralados da lareira rústica até às bandejas feitas com latas de azeite italiano. Alexander Calder também conhecido por Sandy Calder, foi um escultor e artista plástico estadunidense famoso por desenvolver seus móbiles.
As décadas de 1930 e 1940 foram extraordinariamente produtivas para Calder. Sua criatividade levou-o a realizar obras cada vez mais versáteis, como esculturas ao ar livre, cenários para teatros e balés e móbiles para arquitetura.
Móbile é um modelo abstrato que tem peças móveis, impulsionadas por motores ou pela força natural das correntes de ar. Suas partes giratórias criam uma experiência visual de dimensões e formas em constante equilíbrio. O móbile foi inicialmente sugerido por Marcel Duchamp para uma exibição de 1932, em Paris, sobre certas obras de Alexander Calder, que se converteu no maior exponente da escultura móbile.
Em 1964, outra grande retrospectiva de sua obra foi realizada no Museu Guggenheim de Nova York. Calder seria consagrado como o grande inovador da escultura no século 20. Faleceu, na casa de uma de suas filhas, aos 78 anos.
Fonte(s):
http://pt.wikipedia.org/wiki/Alexander_Calder
http://www.webdig.com.br/6219/doodle-interativo-google-comemora-escultor-alexander-calder/
Google Sidewiki
O Google anunciou Seu mais novo produto, Google Sidewiki , a idéia é ter um sidebar que permita os visitantes adicionarem novas informações ao site que estão acessando.

Uma vez que a barra de ferramentas com Google Sidewiki for instalada no computador, o usuário poderá optar por visualizar no canto esquerdo do navegador as informações que outros internautas adicionaram.
Também poderá fazer suas próprias observações, desde que tenha uma conta do Google registrada.
A barra do Google com Sidewiki está disponível para os navegadores Internet Explorer 6 ou superior e Firefox 2 ou superior. Em outras palavras, nada de Sidewiki no Chrome, o navegador do próprio Google (que recentemente começou a testar extensões). Mas a empresa garante que quer estender o Sidewiki a outros navegadores em breve.
Vai entender.
Fonte: Tecnoblog
Abraço,
Ederson Melo – @edersonmelo
Bolsa estudo curso de Design de Games
Saiba como ganhar uma bolsa de estudos para o curso de Design de Games no Senac-RS e aproveite para acompanhar o blog sobre desenvolvimento de games – aifuture.

Abraço,
Ederson Melo – @edersonmelo
spezify um novo jeito de buscar
Algo que já não deve ser novidade mas que vale apena postar, falo do spezify.com, um buscador visual desenvolvido por um sueco em abril de 2009, passando de beta à oficial em junho.
O spezify.com faz uma varredura simultânea nas maiores redes sociais do mundo como: Twitter, Flickr, Amazon, MySpace, Facebook e Wikipedia.
O resultado desatas buscas é mostrado como recortes de imagens e textos exibindo como um mosaico de idéias.

Abraço,
Ederson Melo – @edersonmelo
Utilização de obra fotográfica na web
Ultimamente comecei a me preocupar com o que eu estava utilizando na web, informações, imagens, fotografias e até mesmo conteúdo. Desde que comecei o blog e a escrever para revistas online e impressa tenho tomado os cuidados de sempre colocar as referências e autorias, mas me pergunto sempre se o que venho fazendo está ou não correto. Então lendo uma revista me deparo com a utilização da obra fotográfica na web.
Não basta somente citar o nome do fotógrafo, sendo que a obra fotográfica em sua adequação como obra artística de direito autoral toma diversos contornos. Geralmente uma fotografia seria apenas o ato humano de apertar um botão e captar a imagem. Mas há fotos que podem ser consideradas como obra fotográfica, dependendo do requinte artístico utilizado em sua produção como edição, montagem, colagem, etc.
A lei Brasileira protege a obra fotográfica sem maiores detalhes sobre o que realmente pode ser considerado uma obra.
Como então diferenciar fotografias com e sem técnicas. Em ambas a prévia expressa autorização do fotografo e sempre necessária quando um terceiro quiser utilizar a obra fotográfica, pela lei de Direitos Autorais, n 9.610/98. Mas também é imprescindível também constar o nome do autor da foto onde a mesma estiver exposta, isso em respeito aos direitos morais do autor-fotógrafo.
Mas dois detalhes constam na matéria:
A primeira seria caso em que a fotografia retrata uma pessoa, quando faz-se impreterível a autorização escrita do fotografado ou fotografados.
A segunda seria quando a fotografia versar sobre uma obra de arte plástica ou desenho, quando também seria necessário a expressa autorização do autor da mesma, salvo quando esta estiver exposta em local público.
Não sendo respeitado nenhuma deste direitos a violação poderá ocasionar ação indenizatória por violação de direito autoral ou direitos a imagem.
Há casos em que fotografias poderão ser utilizadas livremente, sem modificações em respeito aos direitos morais do autor, caso já tenha se passado 70 anos contados a partir do dia 1 de janeiro do ano seguinte ao de sua divulgação.
Para todos nos é sempre bom termos em mente que leis existem e não existe problemas em cumpri la, desde que saibamos o que deve ser feito da forma correta.
Fontes:
Revista Webdesign – Ano 2 – Número 13 – página 8
Abraço,
Ederson Melo – @edersonmelo
Padrões e Metodologias em PHP?
Porque PHP não é a linguagem mais utilizada pelas corporações? Porque muitos desenvolvedores optam por outras linguagens em vês de continuar ou utilizar PHP?
Questões como estas surgem todo dia, toda vês que alguém começa a programar em PHP. E talvez a resposta mais adequada seja a falta de um padrão, uma especificação forte em cima da linguagem.

PHP é responsável pelo surgimento dos CMS’ s mais usados no Brasil e no mundo, mas cada um cria seu padrão e alguns nem padrão se quer tem.
Mas o grande pecado do PHP realmente continua sendo uma falta de padrão. Nem precisamos falar da questão de compatibilidade total entre versões, isso não é perfeito em nenhuma linguagem, mas se compararmos a versão do PHP4 com o PHP5, chegamos a clássica questão de configurar o httpd.conf para o php4 (porta 80) e criar um httpd5.conf para o php5 no apache assim evitamos que seu site, blog, etc, saia do ar porque você usava a abertura de código <? Em vês de <?PHP.
Sito está, porque é a clássica de todo código legado php4.
Alguns puristas podem intervir e dizer que:
Assim a linguagem é mais livre, tem maiores chances de crescimento, comunidade, e todas as velhas histórias que cansamos de houvir em toda discussão.
Claro que sou contra uma grande empresa ser a dona da linguagem, mas temos de admitir que a falta de um dono(livre ou não), gera uma falta de padrão.
Com o lançamento da versão 5.3, comecei a ouvir algumas questões de padronização e um grupo para tais questões se formando a o horizonte.
Para efetivar uma melhora nos códigos em PHP, resolvi seguir Walker de Alencar Oliveira, que define no documento: PHP Coding Standards uma padronização para utilização do nosso código php. Siga também as dicas e tente manter-se atualizado e colaborativo.
Fonte:
Abraço,
Ederson Melo – @edersonmelo



