Já ouviu falar em Toyota Kata?

A Metodologia Toyota Kata está relacionado a adaptação e automatização de processos, que é uma busca constante não somente da indústria, mas de todas as áreas incluindo a de desenvolvimento de software.

Por mais que sejamos capazes de aprender e realizar operações rotineiras diárias com muita qualidade, porque não pensarmos em automatizações e evoluir elas linhas de produção rotineiras

A Toyota Kata funciona como uma busca pela automatização de tarefas, tornando-as parte integrante das rotinas organizacionais. Com essa implementação é possível diminuir os erros da produção, bem como criar linhas produtivas com menos defeitos e falhas humanas, aumentando o lucro e a qualidade do produto criado.

Tornando o trabalho cada vez mais efetivo e menos suscetível a erros, por causa da automatização das tarefas essenciais à produção.

E quais os tipos de Kata?

As “kata ferramentas” se subdividem em duas abordagens: a de melhoria e a de coaching.

Kata Melhoria Mike Rother(livro Toyota KATA) descreve o Kata de Melhoria como uma linha de pensamento científico com base em quatro pilares essenciais:

Desafio; Situação atual; Condição-alvo; Prática.

Kata coaching O Kata coaching, é focado no líder da organização, fornecendo orientação e acompanhamento dos processos.

Esse líder trabalha através de 5 perguntas:

Qual é a condição meta-alvo do projeto? Como é a situação atual? Quais são os principais obstáculos que impedem o atingimento da condição alvo atualmente? Qual será o primeiro passo para resolução do problema? Quando serão notados os resultados da intervenção?

Assim o líder pode acompanhar o trabalho, identificando possíveis pontos de melhora no processo.

Afinal, Quais os Benefícios do Toyota Kata?

Além de ser uma metodologia simples, ela pode ser eficaz e efetiva. Quando adaptada a um sistema operacional, podemos ver alguns benefícios como:

Redução de retrabalho; Orçamento mais organizado; Aumento da lucratividade; Maior fluidez nos processos produtivos; Diminuição nas ocorrências de erros e falhas;

Achou bacana? Já trabalhou com a metodologia e quer contribuir? Comenta!

O que é Design Thinking?

Design Thinking é uma abordagem utilizada para criação de projetos e desenvolvimento de produtos com base no pensamento dos designers.

Esse formato de pensamento utiliza o processo de resolução de problemas levando em conta o ser humano e utiliza princípios de multidisciplinaridade, colaboração, estruturação de ideias e processos.

O sucesso do Design Thinking se deve ao fato da abordagem combinar 3 elementos fundamentais para qualquer projeto:

🔵 A sensibilidade presente no universo do design;

🟡 As ferramentas, estratégias e métodos para atender as pessoas;

🔴 A tecnologia disponível para solucionar um problema.

A ideia é que seja possível atender qualquer demanda da sociedade, de uma forma prática e acessível.

Mas Quais são as etapas do Design Thinking?

A estrutura padrão do Design Thinking é dividida em 4 etapas. Essa divisão é importante para delimitar a atuação de cada pessoa e para a criação de processos eficientes para solucionar cada detalhe de um problema.

  1. Imersão Entendimento e compreensão de todos elementos de um problema.

  2. Análise e Síntese Entendido todos os detalhes sobre o problema, o tema em geral, o público e as possibilidades disponíveis, é hora de analisar os dados coletados e elaborar uma síntese para guiar o processo de criação da solução.

  3. Ideação É a fase do brainstorming. Após o entendimento do problema, da análise das possibilidades e das características e da realização da síntese de tudo que foi coletado, é hora de coletar ideias para desenvolver uma solução realmente eficiente para o público específico.

  4. Prototipagem e teste Agora as ideias se transformam em soluções reais para o problema apresentado. O resultado desse processo deve ser algo coerente com todos os aprendizados dos passos anteriores e deve apresentar uma oportunidade de negócio para a empresa. A criação de protótipos funciona como uma forma de testar a aderência da solução junto ao público e o resultado para a empresa.

Atualmente, uma boa estratégia utilizada por muitas empresas é a criação de MVPs (minimum viable product, ou mínimo produto viável, em português). Assim, é possível criar testes com esforços reduzidos e melhorar o produto de acordo com a demanda.

  1. Implementação Após o momento de prototipagem, você terá dados sobre a performance da sua solução e informações sobre os ajustes necessários. Depois de realizar as alterações necessárias, é hora de implementar o que foi planejado e colocar no mercado.

E agora, como aplicar Design Thinking?

Em resumo, podemos concluir que o Design Thinking é a abordagem de pensamento que combina a necessidade de um público com as possibilidades de soluções para atender essa demanda.

Esse pensamento pode ser utilizado para guiar parte das ações de uma empresa, servindo para melhorar a experiência dos clientes.

Esta abordagem pode ser aplicada a qualquer área que tenha um problema a ser resolvido e a possibilidade de inovar para solucionar.

Mas é preciso um time multidisciplinar focado em se aproximar do público e criar empatia sobre a solução.

Além de criar uma cultura organizacional focada na colaboração, cooperação e incentivo à criatividade em todos os processos.

Existe ainda uma grande distância entre adotar esse pensamento e a utilização em processos e ações diárias.

Eai curtiu? Acredita que seria possível utilizar Design Thinking na sua empresa, ou para você? Comenta aí como?

Quais os 5 valores do XP

  1. Simplicidade Para ser eficiente é necessário que seus processos sejam simples e de fácil compreensão por parte da pessoa responsável por sua execução. Assim XP divide o objetivo principal em pequenas metas que podem ser realizadas pela equipe.

  2. Comunicação Para garantir que existe uma boa comunicação do inicio ao fim, Extreme Programming estabelece que reuniões devem ser feitas diariamente pelos participantes da equipe. Desse modo, pontos críticos podem ser tratados antes que se tornem problemas mais graves.

  3. Coragem Por mais organizado o projeto, imprevistos sempre podem ocorrer e é importante que a equipe de desenvolvimento tenha a coragem de apontar esse fato e explicar ao cliente que, diante da nova realidade, a finalização do projeto tende a levar um pouco mais de tempo.

  4. Feedback Quando um software é desenvolvido, é necessário garantir que ele atende às expectativas. Por isso é importante que o projeto seja apresentado com frequência ao cliente, para que ele possa dar feedbacks a respeito da qualidade e de possíveis mudanças.

  5. Respeito Para que os demais valores sejam aplicados, é importante que o respeito sempre esteja presente.

A Metodologia XP tem muitos pontos parecidos com Scrum, concorda?

O que é o Extreme Programming?

O XP foi criado na década de 90 por Kent Beck, Ward Cunningham e Ron Jeffries, é um método bastante utilizado e é focado na satisfação do cliente e na entrega incremental.

Extreme Programming é uma metodologia ágil para equipes que desenvolvem software baseado em requisitos vagos e que se modificam rapidamente.

O XP tem como foco fazer com que os profissionais aceitem e realmente acreditem nas mudanças, enfatizando o trabalho em equipe e implementando um modelo de trabalho simples e efetivo, para times de alta performance.

XP x Outras metodologias

O XP entrega conceitos bem semelhantes em relação às outras metodologias que falamos em postagens anteriores.

Entregas incrementais; Encorajamento de comunicação face a face; Feedback constante.

Mas de certa forma diferente das demais, XP tem uma orientação para boas práticas de engenharia de software e a utilização do Pair Programming.

Isso porque XP foi desenvolvido para times de desenvolvimento de software e talvez não seja possível replicar suas práticas em diversas áreas como vemos acontecer com o Scrum ou Kanban.

Adote o desenvolvimento ágil

Segundo Steve Blank, a metodologia lean orienta que você implemente o chamado “desenvolvimento ágil”.

Diferente do modelo Waterfall, no desenvolvimento ágil são feitas várias entregas de versões do software ao longo do projeto, visando uma maior colaboração com o cliente, priorizando as suas necessidades.

Os princípios do ágil:

  1. “Indivíduos e interações mais que processos e ferramentas”;
  2. “Software funcional mais que documentação abrangente”;
  3. “Colaboração do cliente mais que negociação de contratos”;
  4. “Responder a mudanças mais que seguir um plano”.

Já falamos de algumas aqui como o Scrum e Kanban. Lembra?

Quais são as ferramentas utilizadas pelo Lean?

Para tornar o trabalho mais eficiente, rápido e simples, o Lean se utiliza de algumas ferramentas.

Vou listar as que eu conheço.

  1. #Kaizen
  2. #Kanban ♥️
  3. Six Sigma 🖤
  4. Just in Time
  5. Objetivos #SMART
  6. #KPIs
  7. #5S
  8. #PDCA
  9. #Heijunka

Como Aplicar a Metodologia Lean?

Implementar o pensamento lean na é algo que demanda planejamento, esforço e abertura para a mudança.

Já escrevi no Fred anterior sobre as ferramentas que podem ajudar nesse processo: #SixSigma, #5S, #Canvas, #Kanban, entre outros. Além disso, algumas soluções tecnológicas também contribuem para otimizar operações e melhorar resultados.