Chunking: Método flexível para mais foco

Voltando a um tema que adoro, Produtividade, conheci a dois anos a Técnica Chunking, ela é semelhante ao Pomodoro criada por Jurgen Appelo, criador do Management.

A grande sacada da Chunking é que ela não usa períodos de tempo fixo como o Pomodoro, mas períodos de tempos variáveis, chamados de chunks.

Um chunk de trabalho é qualquer atividade de foco que dura de 10 a 60 minutos, com a média sendo menor que 30 minutos.

O tempo do chunk é escolhido de acordo com a tarefa e sua disponibilidade de tempo. Trazendo flexibilidade também

para utilizar espaços curtos de tempo do dia a dia entre atividades. Um chunk de trabalho pode ser uma tarefa pequena e completa.

Um chunk pode ser também uma fatia bem definida de um projeto maior ou também um conjunto de tarefas pequenas e não relacionadas, tais como tarefas de um checklist.

APLICANDO CHUNKINGS Podemos definir os chunks e 3 requisitos cruciais: Eles têm um início e um fim naturais e lógicos; Não podem ser interrompidos; Pausas entre chunks são desejáveis; Aprendi até o momento usando a Técnica Chunking que podemos usar a melhor técnica de acordo com o contexto, ou Chunking ou Pomodoro. Também tenho usado chunking em períodos maiores (40 a 60 minutos) quando estou com uma boa energia, motivado e com foco.

Sabia que usei Chunking para escrever este Post? Estou usando Chunks de 10min para planejar as redes sociais, 30min para escrever e 30min para finalizar, dar aquele acabamento.

O Método Pomodoro

A anos Venho utilizando e escrevendo sobre o método Pomodoro e você sabe o que torna o Pomodoro tão único? Simplicidade! Pomodoro é um método de gerenciamento de tempo desenvolvido por Francesco Cirillo no final dos anos 1980. A técnica utiliza um cronometro para dividir o trabalho em períodos de 25 minutos chamados de ‘pomodoros’.

O método é baseado na ideia de que pausas frequentes podem aumentar a agilidade mental e busca fornecer uma resposta eficaz a um estado provocador de ansiedade chamado de temporal, “becoming” nos trabalhos de Henri Bergson e Eugene Minkowski.

Embora o método Pomodoro seja extremamente simples e fácil, ela não deve ser usada simplesmente como um processo para acelerar o desenvolvimento da tarefa, mas sim como uma unidade de esforço temporal além do poder que ela tem de focar na tarefa, evitando distrações. Portanto, além de você descobrir ao longo do tempo quais são as atividades em que você seja menos produtivo, você poderá tentar se desenvolver melhor nesses seus pontos mais fracos.

Você trabalha em sprints curtos, o que torna a certeza de que estamos constantemente produzindo. Você também terá de fazer pausas regulares que reforçam a sua motivação e o mantêm criativo.

A Técnica Pomodoro é provavelmente, um dos métodos de produtividade mais simples de implementar. Tudo que você precisa é de um timer. Além disso, não existem aplicações especiais, livros ou ferramentas necessárias.

Como a Técnica funciona: Escolha uma tarefa a ser cumprida; Defina o Pomodoro a 25 minutos (o Pomodoro é o temporizador); Trabalhe sua tarefa até que o Pomodoro determinado seja cumprido e coloque um cheque em sua lista; Faça uma pausa curta (5 minutos); A cada 4 Pomodoros dar uma pausa maior(sugestão de 15 min); Essa “pausa maior” é geralmente da ordem de 15-30 minutos, ou o que for preciso para fazer você se sentir recarregado e pronto para começar outra sessão de trabalho de 25 minutos. Repita esse processo algumas vezes ao longo de um dia de trabalho, e você se sentirá muito realizado e levei, tendo essas pausas para tomar uma xícara de café ou encher sua garrafa de água.

É importante notar que um pomodoro é uma unidade indivisível de-obra, que significa que se você estiver distraído part-way por um colega de trabalho, reunião, ou em alguma emergência, você tem que terminar o pomodoro (salvar o seu trabalho e começar um novo mais tarde), ou você tem que adiar a distração até o pomodoro ser completo.

Neste caso, a sugestão é: Informe que você está trabalhando em alguma coisa agora; Negociar um momento em que você possa retornar; É claro que nem todas as distrações são tão simples, e algumas exigem atenção imediata.

Como o Pomodoro pode ajudar A Técnica Pomodoro não é apenas ajudar você a fazer as coisas hoje; Trata-se de aprender como você trabalha para que você possa economizar tempo no futuro.

  1. TRABALHAR COM TEMPO – NÃO CONTRA-O-TEMPO Para muitas pessoas, o tempo é um inimigo. Nós corremos contra o relógio para terminar as atribuições e cumprir os prazos. A Técnica Pomodoro ensina você a trabalhar com o tempo, em vez de se esforçar contra isso.

  2. GERENCIAR SUAS DISTRAÇÕES Uma distração pode ser uma chamada no Facebook, ou, de repente, percebendo que você precisa mudar o óleo em seu carro, muitos pensamentos e eventos, distrações surgiram quando você está no trabalho. A Técnica Pomodoro irá ajudá-lo a registrar suas distrações e ordená-las de acordo com os níveis de prioridade. Você vai se surpreender como muitas coisas podem esperar o tempo apropriado.

  3. TRABALHO/VIDA PESSOAL A maioria de nós está intimamente familiarizado com a culpa que vem de procrastinar. Se não tivermos um dia produtivo, é muito fácil acabar sentindo que não podemos aproveitar o nosso tempo livre. A Técnica Pomodoro pode ajudar na organização, seja criando um cronograma ou em simples listas, permitindo que você realmente aproveitar seu tempo livre.

  4. ENCONTRAR QUANTO DE ESFORÇO UMA ATIVIDADE EXIGE Já se perguntou onde está todo o seu tempo? Não me pergunto mais: está tudo na página. A sua Folha do Pomodoro To-Do é uma visão geral do tempo gasto em várias tarefas.

  5. APRENDENDO A LIDAR COM INTERRUPÇÕES Normalmente, você pode demorar 25 minutos antes de ligar para um amigo ou responder a um e-mail. Você aprenderá a lidar com a interrupção inevitável, mantendo-se focado na tarefa em questão.

  6. ESTIMATIVA DE ESFORÇO PARA SUAS ATIVIDADES Uma vez que você tenha obtido o tempo necessário para tarefas comumente necessárias, você poderá prever com precisão quantos Pomodoros serão necessários para realizar as tarefas futuras.

    Com toda essa simplicidade e possibilidades que a Técnica Pomodoro promove, ou possibilita é o que me motiva a escrever tanto sobre algo simples. É o que me motiva a utilizar diariamente no meu trabalho, mesmo que nem sempre possa ser aplicada.

Adventurous Thinking surge como upgrade do Design Thinking?

Como posso falar de Adventurous Thinking se estou me aprofundando recentemente em Design Thinking? É a pergunta que me faço também, mas é simples de entender. Mas quase tudo cresce exponencialmente e o conhecimento está nesta lista. Conhecimento e a curiosidade permeia desde sempre o Mundo livre em que vivemos.

Então... Falei no post sobre Design Thinking e procurei entender mais sobre o que seria este upgrade para o Adventurous Thinking, desenvolvidos pela Adventurous Thinking Sally Domínguez, como uma nova estratégia de inovação. Na visão de Sally, esse método amplia o pensamento criativo, promove inovações consistentes e ajuda a tornar sistemas, produtos e estratégias mais robustos e sustentáveis a longo prazo. Pra mim só a possibilidade de tornar sustentável a longo prazo já é uma grande vantagem, não que ela não conste em outras metodologias, mas ele é um pilar no Adventurous Thinking. Que ainda combina as pesquisas mais recentes sobre caminhos neurais, apresentando ferramentas e técnicas que permitem que cada pessoa seja mais curiosa e inovadora.

As cinco lentes do Adventurous Thinking Cada lente serve para provocar um ponto de vista distinto e extremo em uma estrutura. Quando usado como um conjunto, essas lentes pluralizam um produto ou sistema e revelam seus múltiplos significados e soluções mais diversificadas.

Parkour, esta visão fala em proatividade, onde não é preciso ter um problema.

ReThinking possibilita a pessoa se tornaria mais criativa e conseguiria pivotar seu negócio, caso necessário. Gosto bastante também da possibilidade, senão, necessidade de reavaliar o capital humano das empresas.

Sideways fala sobre termos um pensamento empático e entender sua equipe, permitindo inovar e tomar melhores decisões.

Além da Sideways a Negative Spaces ajuda na hora de tomar uma decisão, porque ela busca ter um olhar contextual sobre o papel de determinada ação em seu ambiente.

O Backwards fala em planejar o ciclo de vida do projeto como um todo, não apenas sua criação.

Conforme o que já aprendi, é essencial ser criativo e acreditar que tem a capacidade de fazer essas conexões inesperadas, dando a oportunidade para o seu cérebro ir a caminhos diferentes.

Respondendo a pergunta do título... Há sim uma possibilidade que Adventurous Thinking seja um upgrade para o Design Thinking. Mas ainda preciso conhecer mais para concluir.

Então, vamos continuar aprendendo mais.

Aprendendo UX & Design Thinking

UX é baseado em uma atitude, uma mentalidade que visa capturar as necessidades insatisfeitas do usuário no contexto de uma determinada experiência e transformá-las em oportunidades de design, através de um processo feito de etapas específicas, fornecidas principalmente pelo Design Thinking. O foco de UX é a resolução de problemas tendo como ponto o ser humano.

A técnica pode ser aplicada a qualquer contexto, sem exceções e sua adaptabilidade faz do Design Thinking, um poderoso recurso para a melhoria contínua de produtos e serviços.

Mas começando do começo Design Thinking surge no final de 1969 sobre métodos de design, “ The Sciences of the Artificial ”, o Prêmio Nobel Herbert Simon descreveu um dos primeiros modelos formais do processo de Design Thinking. O modelo de Simon consiste em sete etapas principais, cada uma com estágios e atividades de componentes, e foi amplamente influente em alguns dos modelos de processo de Design Thinking mais utilizados atualmente.

Mas hoje em dia, existem muitas variantes do processo de Design Thinking em uso, e embora possam ter números diferentes de estágios, variando de três a sete, todas elas são baseadas nos mesmos princípios apresentados no modelo de 1969 de Simon.

Gostei bastante do modelo de cinco estágios proposto pelo Instituto Hasso-Plattner de Design em Stanford. Os cinco estágios do Design Thinking, de acordo com a d.school, são: Empatia , Definição (o problema), Ideia, Protótipo e Teste. Apesar de acreditar que conforme meu aprendizado evolua, minha tendência natural seja diminuir para 3 estágios.

Mas vou falar dos cinco estágios do Design Thinking, de acordo com a d.school: 1. Empatia A primeira etapa do processo de Design Thinking é obter uma compreensão empática do problema que você está tentando resolver.

  1. Definir (o problema) Durante o estágio de Definição, você reúne as informações que você criou durante o estágio Empatia. Podendo observar e sintetizar para definir os principais problemas que você e sua equipe identificaram até o momento.

  2. Ideia Durante o terceiro estágio do processo de Design Thinking, os designers estão prontos para começar a gerar ideias. Tendo a compreensão das necessidades dos usuários, você analisou e sintetizou suas observações no estágio de Definição, e acabou com uma declaração de problema centrada no ser humano. Com esse sólido histórico, você e os membros de sua equipe podem começar a pensar fora da caixa para identificar novas soluções para a declaração de problema que você criou. Neste ponto estou achando bem legal, pois é possível procurar alternativas de visualizar o problema. Existem centenas de técnicas de ideação , como Brainstorm, Brainwrite, Worst Possible Idea, e muitas outras. Na minha opinião o Brainstorm e uma das Piores e crazy 8’s é uma das melhores.

  3. Teste Nesta etapa é o momento de avaliar com rigor o produto completo, usando as melhores soluções identificadas durante a fase de prototipagem. Este é o estágio final do modelo de 5 estágios, mas em um processo iterativo, os resultados gerados durante a fase de testes são frequentemente usados para redefinir um ou mais problemas e informar a compreensão dos usuários, as condições de uso, como as pessoas pensam , se comportar e sentir e ter empatia.

Em resumo Enquanto UX é mais voltado para tornar a usabilidade do produto melhor para o usuário, o Design Thinking é uma forma de interação, flexibilização e foco na colaboração entre designers e usuários, com ênfase em trazer ideias para a vida com base em como os usuários reais pensam, sentem e se comportam.

Criando um Hábito

Como toda a criação de um hábito, ele exige um esforço, para que você execute aquela tarefa habitualmente até que ela vire um hábito. Muitos hábitos estão em nossas metas anuais, ou naquelas promessas de ano novo que todos fazemos. Quando conseguimos que o comportamento seja incorporado em nosso repertório habitual, é mais fácil realizá-lo e executá-lo de forma mais natural.

Quanto tempo será necessário para criarmos um hábito de forma natural? Segundo cirurgião plástico Maxwell Maltz, em 1960, definiu a duração de 21 dias para criar um hábito. Posteriormente descobrimos que os neurônios não são capazes de assimilar de forma completa um novo comportamento neste tempo, talvez por isso, abandonamos estes tão desejados hábitos.

Posteriormente, estudos realizados pela University College de Londres descobriram que, em média, são necessários 66 dias para incorporar um novo comportamento em nossa rotina e mantê-lo presente. E que passar um dia sem realizar o comportamento não é prejudicial para o objetivo a longo prazo.

O que fazer para manter um hábito? Primeiro precisamos definir um plano de ação, e isso implica criar metas a curto, médio e longo prazo para nos impedir de desistir na primeira mudança e continuar perseverando. Ter planos bem definidos e organizados são muito mais fáceis de seguir, como por exemplo, termos horários para tal.

Por que queremos esse hábito? Pensar no futuro ou avaliar o que iremos obter de positivo com o novo comportamento, vai ajudar a te manter motivado e a não perder o propósito inicialmente nos fez decidir criar esse hábito.

Sem procrastinação! Não deixe para amanhã o que você pode começar hoje. Quanto mais cedo você começar, mais cedo alcançará aquilo que quer conseguir.

Disciplina e trabalho constantes devem definir seus objetivos.